quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Caneta azul das férias

Descobri hoje que a caneta azul que trouxe de França trouxe com ela uma borracha na tampa. Oh céus, que alegria, vejam lá, então não é que escuso de rasurar os enganos quando manuscrevo, vou lá e apago-os?
Na verdade não me parece que venha a usar a borracha, que eu cá gosto de rasurar. Rasurar é uma espécie de espontaneidade, ou nasce daí, vá, um engano, se inadvertido, é ato espontâneo, né? Não apago nada. Mas virgem a borracha já não está, não senhores.





Sabem onde deixei a outra caneta azul que entretanto se findou? Se não souberem não faz mal nenhum, gosto de vocês na mesma, deixei-a na caixa de lápis de cor e canetas de feltro, cuja morada se faz na sala de espera da senhora doutora das cabeçadas.


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