terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Vídeos, quem os vê

Vê, por exemplo, a Carminho. Um dia perguntei-lhe se podia filmá-la enquanto me tratava dos pés. Ela disse que sim e ficou curiosa. Expliquei-lhe do meu canal no Youtube e garanti-lhe que publicaria o dito vídeo no fuçasbuque para ela aceder mais fácil e rapidamente. Ora estas coisas das netes têm algo a que se chama algoritmo, e que consiste numa base de dados do caraças, ficando o nosso histórico de passagem na memória lá deles, o que lhes dá confiança para nos aliciar com propostas que gostemos de ver/ouvir/ler. Isso acontece, obviamente, mediante a tal base informadora. Portanto, quero eu com isto dizer, que o algoritmo da Carminho, fixando num qualquer ponto virtual que ela vira o meu vídeo - que publiquei no meu canal, pois sim, mas o linquei para o fuçasbuque - foi assim que a Carminho ficou conhecedora do meu canal, o algoritmo apresentou-lho melhor do que eu. É. E ela viu alguns vídeos e disse-se espantada pela positiva.
Vê, por exemplo, o Filipinho, grande amigo do estaminé. Diz que viu - também no fuças e por força do 'migo algoritmo - referência ao meu canal, tipo assim: olha lá, Filipinho, a Gina G tem um canal no Youtube, vai lá ver, vá. E ele foi. Diz que achou um piadão ao cenário do velho estaminé e fez um montão de perguntas: 'mas onde é?', 'ah é aquela parte ali?' e mais isto e mais aquilo.





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